sábado, 31 de dezembro de 2011


Uma vez ouvi dizer que anjos existem, ouvi dizer que eles vem pra nos proteger, mas que não possuem asas. Sempre esperei para ver este tal anjo, sempre imaginei quem seria e como seria. Em um dia qualquer encontrei você. Você me protegeu quando eu menos esperei, me fez rir das piadas mais sem graça, me proporcionou as melhores lembranças, me deu os melhores abraços, enxugou minhas lágrimas, me acalmou quando eu estava aflita e sempre esteve ao meu lado quando o mundo pareceu sumir. Você me disse "eu te amo" inúmeras vezes, só pra me ver sorrir, mesmo sabendo que talvez eu não responderia. Seu sorriso chama o meu, lembra? Você me contou as piadas mais sem graça, mas com elas dei minhas melhores gargalhadas. Você me ligou quando as coisas estavam difíceis e me distraiu quando as lágrimas insistiam em cair. Você riu comigo, chorou comigo. Você me fez ver o mundo de outra maneira, me deu broncas quando eu estava errada e conselhos quando eu não sabia qual caminho seguir. Você foi quem esteve comigo para o que desse e viesse. Confesso que vou sentir falta, vou sentir falta de cada lembrança miníma que estiver aqui. Vou sentir falta de olhar para você e saber o que está pensando, vou sentir falta dos seus abraços para me confortar, vou sentir falta de ouvir a tua voz. Você foi meu anjo protetor. Foi, é e sempre vai ser. Obrigada por ter aparecido na minha vida, obrigada por ter me proporcionado os melhores momentos, obrigada por existir. Meu anjo, eu sinto muito pelas vezes que te magoei, sinto muito pelas vezes em que fui estúpida e lhe fiz chorar, sinto muito se um dia não lhe dei o apoio que precisou. Contra todo o orgulho, eu lhe peço perdão se algum dia lhe deixei desprotegido. Eu vou sentir a sua falta a cada amanhecer. Eu te amo melhor amigo, é para sempre.

Enquanto estiver longe daqui, pense em mim. Que eu vou estar pensando em ti ♪

- Pâmella Sanchez  for Lucas Murillo

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011


Acordar e ver o mundo diferente, acordar e não ver mais os raios de luz que entravam pela janela, acordar e ver que tudo acabou. Talvez a vida seja assim, confusa, doída, melancólica.. Talvez a culpa seja minha, somente minha por deixar as belezas do mundo passarem despercebidas debaixo de meu nariz, enquanto a tristeza está ali escondida, mas eu dou um jeito de encontra-lá. É difícil saber dizer o que se passa aqui dentro, é difícil ter de aceitar o inaceitável. Ver e não ter, sentir e não dizer, somos seres confusos e incompreensíveis, talvez isso que nos torne únicos. E mais uma vez aquela brisa de solidez, aquelas palavras vazias e sem sentido que minhas paredes insistem em escutar, voltam para mim. Mais sós do que nunca. - Pâmella Sanchez 

sábado, 10 de dezembro de 2011


Talvez uma despedida doa tanto quanto perder alguém. Talvez a dor de deixar algumas pessoas para seguir em frente doa tanto quanto vê-las partir. Quando olhei naqueles olhos cor de mel, quando vi aquelas lágrimas prestes a escorrer, o único som o qual ouvira, foi o de meu coração gritando para ficar. As vezes somos obrigados a deixar para trás tudo aquilo que amamos para recomeçar uma nova vida, mas isso não quer dizer que não vai doer. Isso quer dizer que por mais doloroso que seja, continuaremos amando, mesmo distante. Muitas vezes me perguntei o porquê disto; o porquê de se distanciar do amor e não ser feliz; o porquê destas despedidas que nos faz sentir aquele embrulho no estomago e aquela insuportável vontade de sair correndo e se esconder! Nunca cheguei a uma resposta conclusiva. Todas as manhãs acordo com a sensação de que tudo continua como sempre foi, mas basta tocar os pés no chão e abrir os olhos, que a realidade cai sobre meu corpo como algo muito pesado, o que me faz perceber que  por mais que eu queira, nunca será tão fácil. E o destino continuará a nos pregar peças, até quando acreditarmos que nada acontece por acaso. - Pâmella Sanchez

quinta-feira, 1 de dezembro de 2011


Correr contra o tempo.
Os dias passam, as horas correm e os minutos voam, é como se a cada dia eu morresse um pouquinho mais, como se os sonhos diminuíssem a cada passo dado. Antes eu via o mundo com outros olhos, enxergava as coisas por cima da verdade, mas não era correto, não era correto me martirizar por algo inexistente. Tanto temi o fim, tanto temi por mim, e hoje estou aqui, procurando razões por um tempo tão perdido. Falta pouco, falta muito pouco, e logo será tarde demais. Tarde demais pra voltar atrás. - Pâmella Sanchez

sábado, 26 de novembro de 2011


Sabe aqueles sonhos perfeitos? Aqueles que parecem tão reais a ponto de lhe fazer acreditar que é verdade? Eu tive um desses. Estava sonhando, viajando em um mundo desconhecido e distante, um mundo que ainda não visitara. Vi pessoas, vi olhares, paisagens e pássaros, aqueles pássaros que tanto julguei. Hoje percebi o quão lindos são, eles tem asas, para que quando as coisas fiquem difíceis, possam fugir para o alto, o mais longe possível de tudo que possa lhes ferir. De repente acordei de meu sonho entre apelos e gritos de desespero, lágrimas escorriam em meu rosto; pude ver o quão longe viajei, o quão longe fui e o quão boba era por acreditar nestes sonhos enganadores. Nada era igual, nada tinha aquele sabor de doce recém saído do forno, nada estava como um dia havia sido. E enquanto eu corria na procura de um motivo pra tamanha dor, encontrei a saudade, aquela que faz o lado esquerdo do peito doer; aquela que te faz viajar ao inferno e voltar inúmeras vezes sem cessar. Aquela tão temida saudade, que vem junto de lembranças boas; junto à um passado que jamais voltará. - Pâmella Sanchez

segunda-feira, 7 de novembro de 2011


E hoje, como em todos os outros dias, acordei na esperança de que tudo de ajeitasse. Procurei no fio de luz que entrava pela janela, a esperança de encontrar um novo motivo para viver. Procurei em mim, a garota que há tempos não via, que há tempos não aparecia para me visitar. Olhei para fora, a rua estava vazia, fria e silenciosa, como sempre havia sido. Percebi então, que nada havia mudado em todo este tempo, apenas eu e mais eu. Procurei motivos, procurei acusações, mas algo me incomodava, algo me matava aos poucos por dentro. Aquela sensação de vazio ainda mexia comigo, aquela dor de coração dilacerado ainda me perturbava. Perguntei-me então, quando é que tudo isto iria passar, quando este sentimento partiria, quando estas lembranças já não existiriam mais. Não obtive resposta. Escutei apenas o eco de meus gritos e apelos, apenas o vento uivando pela fresta de onde se podiam ver os fios de luz que entravam em minha janela. Nada além disso. - Pâmella Sanchez

sábado, 29 de outubro de 2011


Acordei em uma manhã fria de uma primavera gélida com novos pensamentos, acordei com novas esperanças e novos sonhos. Nesta manhã, levantei de minha cama com um único objetivo: procurar a felicidade que há tempos não me visita.
Olhei para os lados, demorei a reconhecer estas paredes amareladas, as paredes que me prenderam durante tanto tempo, as paredes que escutaram meu choro calado e minhas palavras sem sentido, as paredes que me viram por tantas vezes suplicar, tantas vezes sonhar. Hoje elas começam a me soltar, para que eu possa sair e me sentir livre. Livre como os pássaros que voam sem se preocupar. Sempre achei que as coisas eram para sempre, sempre acreditei em contos de fadas, sempre acreditei no amor verdadeiro. Porém, muitas vezes este coração que carrego dentro de mim, cheio de cicatrizes e curativos, foi dilacerado por pessoas que não tinham a intenção de me amar.
Com o tempo, este coração foi crescendo, se tornou forte, porém fraco; se tornou valente, porém medroso. O medo ainda corre por minhas veias; o medo ainda transparece em meu olhar.
Mais uma vez, entrei no beco mais escuro de meus sonhos, guardei meus sentimentos no calabouço das lembranças e me feri. Olho para mim, vejo uma pessoa solitária, rodeada de pessoas, mas ao mesmo tempo, sozinha como nunca. Mas hoje acordei com novas esperanças, hoje sei que a felicidade não virá para me encontrar; hoje sei que sou eu quem devo encontra-la. - Pâmella Sanchez

sábado, 22 de outubro de 2011


Aquela sensação está voltando aos poucos, a sensação que há tempos não me visitava. Senti meu chão estremecer, senti minhas pernas ficarem bambas enquanto todas aquelas cenas passavam diante de meus olhos, como em um filme, numa fração de segundos. Quando me dei conta, minhas pernas haviam parado e o chão debaixo dos meus pés, estava mais firme do que nunca. Teria sido apenas imaginação? Eu não sei. Há dias me procuro em reflexos, transmitindo sobre mim, uma imagem que embora fosse minha, eu não a reconhecesse. Aquele frio, aquela brisa gélida e cálida voltou a passar sobre mim, em dias tão luminosos e quentes, minha visão era tão escura e fria. Pensei que esta sensação estranha, havia me deixado; porém, ela ainda permanece aqui, mais viva do que nunca. Talvez um dia ela se vá, talvez um dia ela e todas as suas tralhas me deixem, talvez eu nunca mais volte a senti-la novamente. E este dia está para chegar. - Pâmella Sanchez

quinta-feira, 13 de outubro de 2011


Senti novamente aquelas pontadas em meu peito, o que me indicava que algo estaria por vir e a ansiedade faria meu organismo se revirar por inteiro. Comecei a perceber que são poucos aqueles os quais julguei "verdadeiros", e que nem tudo o que desejamos ser eterno, realmente é. Senti uma vontade quase insuportável de pegar um guarda-chuva, ou talvez nem pegá-lo, e sair por aí, caminhando enquanto os pingos da chuva molham meus sapatos. Mas hesitei. Preferi ficar parada, apenas observando pela janela o frio que fazia e senti que meu coração se congelava por dentro, assim como as arvores que suportavam aquela chuva fria e fora de estação. Me pergunto se algum dia voltarei a ser aquela garota de antes, sorridente e despreocupada. Me pergunto se algum dia este medo mascarado de frieza, deixará meu coração em paz, eu não sei. Apenas busco a resposta para minhas inúmeras perguntas.. Devo estar procurando em lugares errados, pois não as encontro e novas perguntas vão se formando, a cada segundo que passa. Estou a procura da felicidade, caminhando por linhas tortas até achar a linha reta de uma estrada que me leve a ser feliz. Dizem que precisamos errar para de alguma forma aprender e reparar o erro. Já errei muito, e estou procurando primeiro no caminho errado, porém não consigo achar o certo. - Pâmella Sanchez

domingo, 9 de outubro de 2011


Senti o frio me tocar, senti borboletas congelantes em meu estômago, o vazio me consumia e então me senti só. Me vi sozinha, me vi de uma forma que nunca havia imaginado, uma cena quase deprimente. Senti o sangue correr em minhas veias, mas meus passos eram lentos e cansados, como se houvesse algo a me prender, como uma corrente muito pesada. Olhei a minha volta e não havia ninguém, apenas a brisa que tocava levemente meus cabelos e minha pele. O frio trazia consigo certa tristeza, as pessoas já não eram as mesmas e se comportavam de tal forma que me faziam sentir nauseas, tudo era diferente, inclusive eu. Andar sozinho em meio a uma multidão não é algo do qual julgo normal, apesar de conviver com esta triste realidade após cada amanhecer torturante, os quais acordo com a esperança de que a realidade é apenas um sonho ruim; e a essência de uma vida cheia de cor, está vazando pelo ralo, enquanto o cinza, contamina ainda mais meus dias. Nunca havia me sentido assim, nunca havia sido tão só. Ainda me sinto como em uma noite fria de inverno, embora termos chegado tão depressa a uma primavera cheia de cor, que para mim, passa despercebida. - Pâmella Sanchez

sexta-feira, 7 de outubro de 2011


Mais uma vez, só.
Olhei para o lado e me vi sozinha. Ali não havia ninguém, apenas eu e o vazio que me habitava. Senti um nó na garganta e algo apertar meu coração, como se a dor tivesse aumentado sem que eu me desse conta. Foi então que minha visão clareou, foi então que percebi o buraco que acabara de entrar, e a escuridão começou a aparecer novamente. Todos os dias acordava com uma unica ambição, todos os dias sorria sem medo, ou apenas tentava, ou apenas era forte o suficiente para esconder tamanha tristeza. Nunca havia me sentido tão só, nunca havia provado o meu próprio veneno. Talvez meus "amigos imaginários" sejam tão verdadeiros como as pessoas as quais chamo dessa forma, denomino de tal maneira que me fere. Meus dias estão parados e silenciados, assim como uma estação de trem abandonada. Não tenho mais forças, não tenho mais a quem recorrer, talvez eu nunca tenha tido. Sinto minha presença incomodar, sinto como se fosse um peso na vida das pessoas, sinto ser tão só. - Pâmella Sanchez

terça-feira, 20 de setembro de 2011


Recomeço.
E ali estava ela mais uma vez, olhando para o nada e pensando em tudo. Quieta, como se algo gritasse dentro de si, mas o único som que podia emitir, era o de sua respiração. O tempo a tornou fria, assim como a neve; os machucados a tornaram aparentemente forte, mas fraca como um vidro. Ela tinha medo, se escondia do mundo e fugia da felicidade. E a felicidade então, uma vez bateu em sua porta, não atendeu e a deixou partir. Mais uma vez voltou, e nada. Por muitas e muitas vezes recuou, achou que cedo ou tarde acharia a resposta certa, sem ao menos procurar. Tinha a mesma rotina quase sempre, não sorria, apenas usava o pretexto perfeito, o qual todos conheciam de cor e salteado, e com aquele sorriso vazio, enganava a todos que a rodeavam. Mais uma vez a felicidade voltou, cega pelo medo, a recusou. Voltou para o seu cantinho, e olhando o nada, as respostas começaram a surgir. O tempo passou e quando menos esperava, percebeu que só precisava de um empurrãozinho de leve, para então clarear a visão. E quando ela realmente percebeu que não poderia ficar esperando, tirou a máscara que a cobria, e foi atras de ser feliz. - Pâmella Sanchez

segunda-feira, 22 de agosto de 2011


Confusões em mim.

E as noites que passo acordada, já não são suficientes; as lagrimas começam a secar; e a fome aos poucos, começa a se afastar. Será possível tamanha dor ? Sera possível tamanho amor ? Eu não sei. A cada dia me perco em pensamentos, me perco em ilusões que eu crio para me causar mais dor. Sorrio como se fosse meu ultimo dia de vida, sorrio como se a vida fosse a melhor possível, sorrio por saber que ninguém é capaz de olhar em meus olhos e ver a dor estampada, como em um grande cartaz de uma avenida vazia; sorrio para não me perder em lágrimas de rancor. Tento me esconder, tento fingir, mas tudo o que eu sabia dizer, hoje não sei mais. Minha concentração se foi junto com meus pensamentos, junto com estes pensamentos que me feriam até o mais profundo de minha alma. Procuro razões e motivos para continuar, procuro respirar para mais uma vez não chorar. - Pâmella Sanchez

quinta-feira, 18 de agosto de 2011


Os dias passam, as horas correm, e essa confusão dentro de mim só aumenta. Procuro entender, procuro me achar, mas acabo me perdendo mais e mais. O que houve com aquele sorriso em meu rosto ? Aquele sorriso sincero que cativava a quem olhava. Cadê ele ? Nem eu sei. Mudei conforme o tempo passou, cresci em mente, mudei em alguns aspectos e deixei o medo mais uma vez me cegar. O medo da realidade, a tão temida realidade. Mas porque não deixar esse medo de lado e por alguns instantes abandonar meu mundo ? Esse mundo que criei, o mundo que hoje não me liberta. Fui tão forte, enfrentei tantas coisas, pra desistir agora ? Eu não sei. Já não consigo me entender, já não enxergo as coisas como antes, e essas cicatrizes que eu carrego, só me mostram que um dia fui forte, hoje não sei mais. - Pâmella Sanchez

sábado, 13 de agosto de 2011


Mais um dia sem ti.

Eai pai, como vai você ? Espero que bem, pois já não tenho noticias suas.. Hoje é dia dos pais né ? E eu me lembrei de você como de costume, pena que esse será mais um ano sem estar com você neste belo dia. Eu sinto sua falta, embora não demonstre. Sim, eu não te ligo, eu não tenho noticias, mas eu sinto falta de você, falta de te abraçar, falta de te amar. Confesso que por um longo tempo eu te odiei, eu evitei conversar contigo, eu te ignorei.  Mas eu rezava todos os dias para que você estivesse bem, sabia ? Pois é. Com o tempo eu aprendi a perdoar e fui deixando meu orgulho de lado. As vezes me pego pensando no tempo que passamos juntos, lembro de coisas que talvez você nem se lembre mais, coisas que me fazem tanta falta. Lembra quando você me ensinou a andar de bicicleta ? Eu nunca me esqueci. Lembra das nossas idas ao cinema ? Das nossas brincadeiras bobas ? Lembra quando você era meu herói ? Quando me fazia dormir e me protegia do tão temido escuro ? É, eu me lembro de tudo perfeitamente. É pai, eu sinto a sua falta. Me lembro como se fosse hoje, quando um dia acreditei que um homem era incapaz de derramar uma lagrima, mas deixei de acreditar nessa possibilidade, quando vi meu herói, pela primeira vez com lágrimas nos olhos, lágrimas que quando caíram, eram incessantes. E naquele dia, eu percebi que não precisamos ser fortes o tempo todo. Você errou muito, eu sei. Você me decepcionou, me fez sentir ódio e rancor. Mas eu percebi que por mais que você tenha errado, que por mais que você tenha feito tantas coisas, você sempre será sangue do meu sangue, sempre será meu pai. E hoje estou aqui, mais uma vez deixando meu orgulho de lado, para dizer que lhe desejo um ótimo dia dos pais, e que por mais que eu não possa lhe abraçar, por mais que eu não possa passar este dia com você, eu estarei aqui desejando tudo de melhor.  Eu te amo pai, e sinto a sua falta. - Pâmella Sanchez

terça-feira, 2 de agosto de 2011


Caminhando a procura do esquecimento.
E como de costume, o passado começa a voltar, para mais uma vez bagunçar meu presente. Cenas que eu pensei ter esquecido, me atormentam a cada minuto que se passa, cenas que eu tanto lutei para esquecer, voltaram em uma fração de segundos. Momentos que se foram, voltam como lanças em meu peito, trazendo uma dor quase insuportável. Tanto lutei para me livrar, tanto fiz para esquecer um passado doloroso que me fere a cada passo dado, e tantas coisas que foram feitas, tudo em vão. Procuro entender o porque disso, entender o que fazer para me livrar eternamente desta sensação fria que me cobre, deste gosto amargo em minha boca, destas coisas inúteis que parecem ter tanto valor sentimental. Meu passado não me faz bem, e ter que conviver com ele em minha mente a maior parte do tempo, me faz querer sumir, sair correndo para o mais longe possível, olhar o horizonte e ir em direção dele, sem rumo, apenas me esconder para que ninguém me encontre. Mais uma vez, imaginando o impossível.. Que ser humano em sua sã consciência faria isso ? Só em um momento de pura insanidade, fugiria para longe sem pensar nas consequências, deitaria-me em um gramado, fecharia os olhos e iria para o mundo dos sonhos, sonharia com coisas belas e inimagináveis, coisas que no mundo real não existem. De repente como um sopro magico em meu rosto, abriria os olhos e transformaria minha realidade em um de meus sonhos.. Mas enquanto o impossível não acontece, tentarei o possível para esquecer o passado de uma vez por todas. - Pâmella Sanchez

domingo, 31 de julho de 2011


O que fazer quando sente que as pessoas que mais ama, estão se afastando de você ? Fugindo, assim como as borboletas fogem de seus amantes.. Talvez as pessoas tenham se cansado de mim, ou talvez, eu é que me cansei delas. Me pego presa em uma escuridão interminável, e a luz que me guiaria à saída, se apagou. Uma névoa fria cobre meu coração, trazendo de volta, toda a frieza que um dia havia me deixado e assim partido, há principio, eternamente. Lembranças ficam e momentos se vão, assim como folhas jogadas ao vento;  me pergunto se isso é real, se estas cenas horripilantes de uma realidade dolorosa, estão realmente acontecendo,  e assim minha visão começa a clarear, e percebo que sim, tudo ao meu redor é estranho. E então me deito e fecho os olhos, na esperança de que em meus sonhos eu encontre a luz que um dia se apagou, e que ela possa voltar a brilhar, como há tempos fazia. - Pâmella Sanchez

segunda-feira, 25 de julho de 2011


Ouvindo o som do mar, é você que esta em meu pensamento; seus olhos me guiam, seu sorriso não sai de minha mente, e parte de mim chama por você. Fico pensando no que está fazendo, e a insegurança mais uma vez bate na porta; vejo as ondas se quebrando, e por um momento, sinto como se fossem pedaços de meu coração, partindo-se um por um. Será que por um milésimo de segundo do seu dia, você pensou em mim ? Será que sentiu minha falta, assim como eu senti a sua ? Mais do que tudo, eu só queria poder te abraçar agora, te dar o beijo mais demorado e em seu ouvido sussurrar: Eu te amo. - Pâmella Sanchez

quarta-feira, 13 de julho de 2011


E hoje, mais um dia sem você; mais um dia sem lhe ver; mais um dia sem comemorar; mais um dia sem ver seu olhar. Já se passaram tantos anos, não é ? Mas isso nunca mudou o tamanho do meu sentimento por ti. A cada ano, um pedacinho de mim some, como se precisasse de ti, como se sua presença fosse necessária há cada dia. Sinto sua falta, assim como muitos devem sentir. Sinto falta do seu sorriso cativante, da sua alegria incontrolável, da sua maneira de ver as coisas com amor e de sua abilidade em sorrir com o peito cheio de dor. Talvez eu a tenha herdado de você. 
Dizem que meus olhos refletem os seus, dizem que somos tão parecidas como qualquer outro, talvez seja verdade.. Em dias ruins, é o desejo de lhe ter por perto que me conforta, é a sua "presença" em meu peito que acalma, e lágrimas rolam, sem que eu perceba. Te conheci em tão pouco tempo, mal tive a chance de dizer "eu te amo", mal tive a chance de lhe dizer adeus. E mesmo que hoje, as coisas não sejam como eram antes, mesmo que eu já não lhe tenha perto e não possa te tocar, em meu pensamentos estará eternamente. Nada será capaz de substituir a falta que você faz, nada será capaz de mudar o que sinto, nada será capaz de mudar o que ainda existe em mim. Eu te amo além da vida, querida avó ♥ (13.07.11)

De: Pâmella Sanchez     Para: Meu querido anjo.

terça-feira, 5 de julho de 2011


Os dias passam, e essa tortura continua, continua ligada a mim, estamos juntas agora. Mas sinto como se parte de mim estivesse se libertando aos poucos, como se parte de minha alma estivesse imune a qualquer tipo de dor. É estranho pensar que talvez tudo não passe de ilusão, as vezes penso que tudo pode ser apenas um sonho, um sonho real. Paranoia.
Será possível tamanho sentimento ? Sei apenas que o que sinto é um amor puro e lindo, algo que a pouco, eu desconhecia. Só espero não ter um ponto final, espero não acabar, eu não suportaria o fim. Grande sentimento, uma virtude para poucos.. Mas o tão chamado "amor", nome que se torna tão temido por muitos, um sentimento tão lindo, mas que causa tanta dor e medo. Irônico não ? - Pâmella Sanchez

terça-feira, 28 de junho de 2011


Tempo de mudar.
Pensei que desta vez, as coisas estavam indo bem; pensei que talvez agora o mundo estivesse conspirando a meu favor e, mais uma vez me enganei. Estou presa em um mundo, um mundo que a princípio eu desconhecia, estou presa em um mundo que eu criei. Talvez eu encontre uma forma de sair dele, talvez eu nunca saia, quem sabe.. Todos os dias acordo com a esperança de que um novo dia esta começando, que desta vez as coisas podem dar certo, mas nem sempre acontece como o planejado. Tenho costume de imaginar coisas incomuns, coisas que talvez nunca passem de imaginação, que nunca virem a tão temida "realidade", pobre imaginação. Quero recomeçar, mudar as coisas, mudar o que esta por vir, mudar o que pode ser considerado errado. O que para mim é certo, para muitos é errado, mas tenho o costume de usar o contrário, de ser o contrario e me orgulho disso, por ser diferente do que muitos consideram "normal". E assim vou levando, na esperança de que a cada passo que dou, um deles possa me mostrar a felicidade, palavra ou ato que desconheço há um certo tempo. - Pâmella Sanchez

sexta-feira, 17 de junho de 2011


E de repente, é como se tudo que eu acreditasse não fizesse mais nenhum sentido; as coisas mudam de lugar; as pessoas se afastam e outras se aproximam; sentimentos ficam mais forte, e o peito não aguenta, dói muito. Está tudo tão diferente, mas ao mesmo tempo tão igual. Sinto medo, mas um medo incomum, um medo aparentemente inofensivo. Queria não sentir isso, realmente não queria; não queria sorrir com o peito explodindo de dor; não queria esconder as lagrimas; não queria fingir felicidade, eu quero apenas possui-la, quero ser feliz sem fingimentos; quero um sorriso sincero e nada mais. Sinto uma vontade incontrolável de gritar, me perder em lágrimas e aliviar essa dor, essa dor que insiste em ficar.. Mas dizem que depois de toda chuva sempre há um lindo sol. E estou esperando até que esse dia chegue, mas já estou me cansando de esperar. - Pâmella Sanchez

domingo, 5 de junho de 2011


bem ou mal ? eis a questão.
E de repente começo a perceber que talvez as coisas estejam melhorando, que talvez estejam se encaixando em seus devidos lugares. Mas ainda sinto como se algo estivesse faltando, algo que não sei decifrar; é como um mistério, um mistério prestes a ser descoberto. Embora algumas pessoas estejam se afastando aos poucos, outras que estavam longe, começam a se aproximar; mas sinto falta de alguns, aqueles "alguns" que passei os melhores momentos da minha vida. Talvez eles mal se lembrem ou talvez tenham uma vaga lembrança, que vem aos poucos atormentar seus pensamentos. As coisas estão melhorando, por um lado sim; mas por outro, elas pioram a cada passo meu. - Pâmella Sanchez

segunda-feira, 23 de maio de 2011


Será sempre assim ?
E esse buraco que habita em meu peito ? essa ferida em meu coração, quando ela ira se fechar ? são tantas perguntas, para poucas respostas. Me sinto tão distante de tudo, uma vontade louca de sair por ai, sumir por uns dias e depois voltar como se nada tivesse acontecido, será que alguém sentiria minha falta ? talvez. Quem me dera poder fazer isso, quem me dera poder te ter aqui. Queria apenas mais um momento, mais um abraço, mais um minuto ao seu lado; queria poder olhar em teus olhos novamente, sentir teu cheiro, acariciar teu cabelo; queria poder sair contigo nos fins de semana, como costumávamos fazer. Mas eu quis assim, eu quis tomar essa atitude e agora, as consequencias terei de aguentar.. Talvez as coisas voltem a ser como antes ou talvez eu tenha que suportar isso por mais tempo. Eu não sei, só espero que essa dor se vá logo, que essa vontade de sumir desapareça, e que eu possa sorrir de novo. - Pâmella Sanchez

quarta-feira, 18 de maio de 2011


Sinto como se parte de mim fosse morrer ao fim desse grande sentimento, mas no mesmo instante me sinto vazia, como se um eco tomasse conta do meu corpo e eu fosse incapaz de possuir qualquer sentimento. Me sinto confusa, mas ao mesmo tempo certa de tudo; sinto vontade de sumir, mas de permanecer intacta no mesmo lugar; vontade de voar, mas medo de cair e me machucar. Quero uma certeza, não quero duvidas; quero saber o que esta acontecendo, milhões de cenas passam pela minha cabeça, mas de todas, poucas são reais, poucas aconteceram; imagino cenas que talvez não passem de imaginação, que talvez nunca existirão. Invento diálogos dos quais nunca serão ditos, palavras que tanto queria ouvir, mas permanecem em minha memória para que um dia eu possa me lembrar, lembrar de algo que nunca foi dito. Tenho tanta coisa a dizer, mas é como se palavras faltassem. A realidade machuca, mais do que imaginei, talvez seja por isso que prefiro a fantasia, talvez por isso eu me encante tanto com contos de fadas, porque não são reais. Mas espero que essa tortura me deixe logo, que ela se vá para nunca mais voltar e tudo possa ser como era antes. - Pâmella Sanchez

sábado, 7 de maio de 2011


Talvez a unica coisa que eu preciso seja você.
Hoje, muitas pessoas devem estar abraçadas as mães, lhe desejando tudo que há de melhor. Porém, muitos não podem abraçar suas mães pois elas já não estão mais conosco. No meu caso é diferente, minha mãe mora em um estado e eu em outro, não vou poder passar o dias das mães ao lado dela, não vou poder abraçá-la e desejar a ela um ótimo dia, e o que mais me dói ? Ouvir a voz dela e não a ter perto de mim. A cada dia a ausência dela me dói mais, sinto falta de conversar com ela todos os dias depois da escola, de contar como foi meu dia e escutar ela reclamar do chefe chato;  sinto falta das brigas também, porque embora fossem ruins, isso sempre me ensinava algo novo. Falo com ela duas vezes por dia; mas isso não justifica a falta que ela me faz. Eu preferi que fosse assim, eu preferi vê-la sorrir, vê-la feliz, mesmo que isso custasse a minha felicidade. Já que não posso estar ao lado dela nesse dia, já que não posso lhe abraçar, estou aqui para lhe agradecer por cada conversa, por cada riso, cada lagrima, cada abraço, cada momento feliz e triste, cada bronca; quero agradecer por ela sempre me entender e me escutar, por me dar conselhos e oferecer seu colo quando eu mais precisei; quero agradecer por ela ter me dado a vida. Estou aqui para dizer o quanto eu a amo e o quanto ela é maravilhosa; sim, ela é a melhor mãe do mundo e eu sinto a falta dela, a cada segundo do dia. Mas Deus irá me colocar do lado dela de novo, e ninguém irá nos separar. Mãe bem que poderia ser eterna, não é ? Assim todos seriam felizes. Temo um dia não a ter mais, de um dia eu precisar dela e ela não estar mais aqui; não sei se irei agüentar, mas enquanto a tenho vou aproveitar cada momento que puder para estar ao lado dela. Sei que talvez ela nunca lerá isso, mas estou aqui desejando do fundo do meu coração um feliz dia das mães!
Mãe, eu te amo além da vida ♥ - Pâmella Sanchez


Ultimamente tenho percebido o quanto as pessoas mudam, o quanto covarde o ser humano é. Vivemos para agradar uma sociedade medíocre, que não importa o quanto você faça, sempre será julgado por suas ações; vivemos em uma sociedade na qual a aparência vale mais que o caráter; aonde somos julgados por atos não cometidos; aonde cometemos erros e acertos, mas os acertos são esquecidos e os erros para sempre lembrados. Mas ai vem a pergunta que não se quer calar, até quando isso vai durar ? Até quando o ser humano vai ser tão covarde, covarde a ponto de errar e fugir, errar e não admitir o erro. Falar é fácil, ainda mais quando não se sabe quem você é. Hoje já não se da mais para confiar nas pessoas, você nunca sabe quando elas irão te apunhalar pelas costas. - Pâmella Sanchez

terça-feira, 3 de maio de 2011


Um garoto de verdade sim irá te segurar pela cintura, irá olhar em seus olhos, passar a mão em seus cabelos e andar abraçado com você. Um moleque irá passar a mão na sua bunda, te agarrar, fazer de você um fantoche e  lhe tratar como um objeto. Realmente a diferença é muito grande, mas hoje em dia os moleques estão em maioria. São poucos os garotos românticos, aqueles que se mostram capazes de fazer uma garota feliz, de trata-la com o devido respeito. Garotos também tem sentimentos, eu sei; mas isso não quer dizer que se juntarmos em um todo, poucos serão os que realmente já amaram/amam e tratam as garotas como princesas. Essa geração esta crescendo e tenho medo de pensar em como as coisas serão futuramente. Embora nada disso mude o fato de esses moleques serem completos idiotas, eu penso que talvez isso fosse apenas uma máscara, algo que eles usam para esconder seu lado bom, mas ai caio na real e percebo que o que realmente falta é um cérebro e um pouco de inteligência naquelas mentes ocas. - Pâmella Sanchez

domingo, 1 de maio de 2011


Sou frágil, mas ao mesmo tempo forte; sou sentimental, mas ao mesmo tempo fria; posso ser doce, mas acredite, também sei ser amarga. As pessoas vivem me rotulando, dizem coisas absurdas ao meu respeito, e assim vou levanto. Isso não me afeta, ja me acostumei com esses julgamentos, são tão superficiais. De uns tempos pra cá, a garotinha frágil, que acreditava em tudo e todos, que acreditava em contos de fadas e sonhava com seu lindo principe, cresceu. Ela mudou, se tornou forte e fria, cansou de acreditar nas pessoas e sempre sair ferida, cansou de acreditar que seu principe era real, pois um dia ela teve de ver seus próprios sonhos se desmoronando como um castelo de cartas. Entre muitas decepções ela foi crescendo, conheceu pessoas maravilhosas que a fizeram esquecer de todo o mau causado, e a faziam feliz. Até que essas pessoas a decepcionaram e novamente uma névoa cobriu seu coração, congelando seus sentimentos mais intensos. - Pâmella Sanchez

sábado, 30 de abril de 2011


Não posso negar que sinto sua falta, falta dos seus abraços, das conversas sobre como foram nossos dias, das risadas, de tudo. Eu não fiquei tão feliz com a sua partida, não nego, minha vontade era ajoelhar-me aos seus pés e dizer "não vá", mas eu não podia, eu queria lhe ver sorrir, eu queria lhe ver feliz, mesmo que isso custasse a minha felicidade. Sinto falta do seu colo e sua palavras quando o mundo parecia desabar para mim, de sair com você as compras e me divertir. Temo não poder mais ouvir sua voz, de um dia você não estar mais aqui, mas espero que esse dia nunca chegue, eu não iria suportar. Não imaginei que você faria tanta falta, que sua ausência iria me ferir tanto, mas eu sei que logo estaremos juntas novamente e nada irá nos separar. Minha melhor amiga, minha conselheira fiel, eu te amo mais do que tudo nesse mundo e nunca mudarei de opinião. Mãe - Pâmella Sanchez

E o que fazer para acabar com a dor que você deixou ? com essa saudade absurda que me consome aos poucos. Sinto falta dos dias que passamos juntas, das tardes ensolaradas, das risadas fora de hora, dos fins de semana, absolutamente tudo! Momentos que se foram, dias que se vão. Nada é capaz de substituir esse sentimento, essa vontade imensa de lhe fazer bem. Sinto tanto a sua falta, você nem imagina. Mas me orgulho de poder lhe chamar de irmã, me aperta o coração saber que em menos de um ano, todos os momentos que passamos, não passarão de lembranças, lembranças que não quero esquecer. Mas me dói mais ainda pensar que não poderei olhar seu sorriso todos os dias como costumávamos fazer, não iremos ao shopping aos domingos apenas olhar as vitrines e se vislumbrar com tanto glamour, não irei ao cinema assistir a um filme de terror e saber que você estará ali comigo caso eu fique com medo, me dói saber que não estará aqui para me abraçar nos momentos de aflição e dizer que tudo ira ficar bem. Irei sentir sua falta mais do que posso imaginar, mas rezo para que esse dia demore a chegar, pois não quero ter que me imaginar sem você por perto. Eu te amo mais que tudo, mais do que posso sentir, um sentimento que vai além da vida e nada nem ninguém mudará isso. E como havia dito, me orgulho de você ser minha irmã. - Pâmella Sanchez para Gabriella Santos.

sexta-feira, 29 de abril de 2011


Os dias passam e cada vez mais tenho certeza desse sentimento, que aumenta a cada instante. Me fascino com o brilho dos seus olhos, seu sorriso é cativante, seu perfume único e seus lábios envolventes. Quando suas mãos tocam as minhas, meu coração acelera, minhas mãos insistem em soar, minhas pernas ficam bambas e perco a fala. Um delírio acordada eu sofro. Esse sentimento se tornou mais forte do que imaginei, um sentimento ao qual desconheço, algo intenso que me faz bem e me trás múltiplas sensações. Só peço para que isso nunca acabe e que você esteja sempre aqui, pois te ter ao meu lado é o que me faz feliz. - Pâmella Sanchez

domingo, 24 de abril de 2011


De repente, sinto como se tudo que eu acreditasse não passasse de uma ilusão, uma grande mentira. Me sinto em um abismo prestes a cair, um caminho sem fim me cerca, perguntas sem respostas enchem minha cabeça e sentimentos que não sei decifrar me dominam. E aqueles que eu confiava, aqueles que eu pensei que estariam aqui, eles se foram, se transformaram em pó, são poucos aqueles que ainda posso contar, que posso confiar de olhos fechados, que posso chamar de verdadeiros. Sinto falta dos velhos tempos, me sinto nostálgica ao lembrar de tantos momentos que nunca mais irão voltar, dos sorrisos, dos melhores abraços, de tudo. Mas só o que me resta é seguir em frente, tentar fazer com que novos momentos aconteçam e tentar esquecer o quanto me decepcionei com aqueles que mais amei. - Pâmella Sanchez

sexta-feira, 22 de abril de 2011


A cada segundo, a cada momento, a cada ação, tenho mais certeza do que sinto. Quando me abraça, meu coração palpita, minhas mãos tremem e sinto uma sensação unica. Ouvindo seu coração bater, sinto uma segurança, algo inexplicável. É como se o tempo parasse e fosse você e eu apenas. Sinto medo de um dia esses momentos se desfazerem, de você não estar mais aqui, de um dia não poder te abraçar e não lhe ter nos momentos mais precisos. Espero que esse dia não chegue, pois não sei se irei suportar. - Pâmella Sanchez

domingo, 17 de abril de 2011


Pensei que dessa vez as coisas estavam melhorando, que estavam se colocando em seus devidos lugares, mas como sempre, me enganei. Essa sensação estranha, que não se decide se vai ou fica, que me perturba os pensamentos, que me deixa louca e com o a cabeça fervendo. Tento entender, tento explicar com palavras, mas é como se nada tirasse isso de mim, é como se essa sensação me acompanhasse o tempo todo, mas apenas estivesse apagada nos momentos de felicidade. Tento me livrar, tento manda-la para longe, mas comecei errado, mostrar que estou feliz e sorrir sem um pingo de vontade não fará essa sensação partir, fará apenas com que ela se apegue a mim, mais e mais. - Pâmella Sanchez

sexta-feira, 15 de abril de 2011


Sentada de frente para o computador começo a pensar, vejo fotos, imagino cenas, invento diálogos que talvez nunca serão ditos, lembranças vem e vão a todo instante. Por segundos volto a realidade e, novamente me perco em pensamentos, lembro de momentos felizes que passei com algumas pessoas que se foram ou que ja não estão presentes como antes; de sorrisos e gargalhadas dadas com a mais pura sinceridade de um ser; de olhares que muitas vezes se encontraram e no mesmo instante o desencontro aconteceu; de pessoas que passaram e deixaram suas pegadas. Lembro de momentos felizes que não se apagam de minha memória, momentos que não quero esquecer; lembro também de pessoas que sempre estiveram comigo, que me fazem sorrir e que em momentos de aflição, tem os melhores abraços e as melhores palavras. Mas ao pensar que falta pouco para que tudo acabe, para que essas pessoas deixem de estar tão perto de mim, deixem de me arrancar sorrisos, para que tudo se torne apenas lembranças.. lembranças que eu luto para que não se apaguem com o tempo. Mas o brilho no olhar, aquele que iluminava meus dias, estará se apagando aos poucos.. - Pâmella Sanchez

quarta-feira, 13 de abril de 2011


A mudança vem aos poucos.
Me sinto diferente, sinto uma sensação que nunca senti. Talvez eu esteja mudando e aquela garota de antes esteja se despedindo aos poucos. Mas por um lado eu queria que ela ficasse, eu queria aquela garota desastrada de antes, desligada do mundo, que dava gargalhadas sinceras e altas sem se preocupar se alguem iria se incomodar, aquela garota que vivia em função de apenas uma coisa: ser feliz. Hoje ela esta sumindo aos poucos e uma nova garota esta assumindo seu lugar, umas garota mais responsável, porém mais fria. Espero que um dia essa garota volte e faça com que essa garota de agora possa ir embora, para nunca mais voltar. - Pâmella Sanchez

terça-feira, 12 de abril de 2011


Me sinto tão mal por ver pessoas que eu amo, sofrendo. É como se uma dor tomasse conta de mim, como se o sofrimento deles também me afetasse. Talvez eu nunca tenha sido o motivo das lágrimas de alguém, ou talvez não esteja tão bem informada. Queria entender porque tudo tem que ser tão difícil ? eu consigo descobrir a verdade sem ao menos me dizerem, eu consigo perceber a dor no olhar das pessoas, eu consigo ver como elas realmente se sentem e, talvez isso seja um defeito, talvez isso estrague tudo, essa minha curiosidade, essa minha ânsia de querer saber tudo, isso talvez possa fazer mais estrago do que posso imaginar. Talvez eu esteja exagerando, ou talvez esteja certa sem saber. Essa paranóia esta me torturando cada vez mais. - Pâmella Sanchez

Ainda me lembro.
Deitei minha cabeça no travesseiro e adormeci, logo comecei a sonhar. Sonhei com um amigo, aquele que me fazia rir nos momentos ruins, que contava piadas sem graça e mesmo assim me arrancava gargalhadas, me abraçava e me protegia de tudo e todos. Um amigo que sempre esteve ao meu lado, que nunca me deixou, que me acompanhava aos lugares, que me fazia sorrir apenas com um olhar. Eu nunca tinha conhecido alguém que pudesse ser tão gentil, que fosse engraçado e ao mesmo tempo sentimental, que me confortasse apenas com simples palavras. Mas um dia o tempo me separou desse amigo e, nos deixou tão perto mas ao mesmo tempo tão longe, éramos tão próximos, mas ambos seguimos caminhos diferentes, o tempo nos separou bruscamente. Eu ainda sinto falta de andar de mãos dadas com esse amigo, de sorrir apenas por olhar para ele, de xingá-lo e depois abraçá-lo, de falar de assuntos diversos, de contar tudo o que se passava comigo, de chama-lo de melhor amigo. Derrepente acordo do meu sonho e uma lágrima escorre em meu rosto, pois um dia esse amigo foi real. - Pâmella Sanchez

segunda-feira, 11 de abril de 2011


Cheguei em casa e, ao entrar em meu quarto, senti um ar diferente, um ar que a tempos não sentia.  Era um ar de tristeza e falta, um ar de medo. Sentei em minha cama e comecei a imaginar, tentar encontrar um nome para isso, mas foi em vão. Eu temia sentir esse ar de novo, esse sentimento de perda e saudade misturados, de medo e tristeza. Sei que logo isso irá passar e, esse ar irá se desfazer com o tempo, mas espero não o sentir novamente. - Pâmella Sanchez

sábado, 9 de abril de 2011


E mais uma vez a felicidade bateu em minha porta, sem data para voltar. Mas não é sempre que ela vem até você, muitas vezes temos que ir atrás dela, temos que procura-la, pode ser difícil, mas logo a encontramos. Momentos que ficam marcados para sempre, amores que deixam cicatrizes enormes ou apenas uma marca de passagem, amizades que se vão e outras que aparecem quando menos esperamos, a vida é um vai e vem, sofremos, choramos, sorrimos e caimos, mas levantamos sem que ninguém nos ajude. O que parece fácil é mais difícil do que se pode imaginar, vivemos em um mundo em que a aparência vale mais que o caráter, então cuidado com o que vê, nada é o que parece. - Pâmella Sanchez

quinta-feira, 7 de abril de 2011


Hoje dia 7 de abril de 2011, ocorreu um atentado contra uma escola no Rio, o que todos ja devem saber. Mas o que me intriga é ver as pessoas pedindo a Deus proteção, dizendo o quão são devotos a ele, mas só quando ocorrem coisas como atentados, tsunamis, terremotos, entre outros, que essas pessoas se lembram de orar, se lembram do nosso pai, nosso salvador. Irônico, não ? Mas não é só nesses momentos de aflição que devemos pedir sua ajuda, devemos agradecer a ele todos os dias, por acordarmos, por termos outra manhã, por estarmos vivos! Devemos lembrar que ele não só morreu para pagar nossos pecados, ele nos salvou, sofreu nossas dores, e por mais que em momentos ruins ele pareça não nos ajudar, ele sempre esta olhando por nós. Então não lembrem dele apenas quando acontecem tragédias, lembrem dele todos os dias, orem todos os dias, agradeçam a ele por ter nos dado a vida. - Pâmella Sanchez

quarta-feira, 6 de abril de 2011


Será que é tão difícil perceber o quanto suas palavras me ferem, o quanto me fazem mal ? Por segundos elas me arrancam sorrisos, mas logo percebo o quão boba estou sendo ao acreditar que há possibilidades de salvar esse amor. Estou afundando cada dia nesse abismo, estou prestes a cair e a mão que me ajudaria a não despencar desapareceu. Me sinto tão fraca, mas ao mesmo tempo forte por suportar tudo e ainda assim sorrir com lagrimas no olhar. Esse sentimento me mata aos poucos a cada dia, e cada palavra dita é como uma facada em meu coração. Isso esta me machucando mas do que posso imaginar, mas o amor é assim, ele te faz feliz na hora certa, mas quando tende a acabar, ele te afeta da forma mais dolorosa. - Pâmella Sanchez

terça-feira, 5 de abril de 2011


Viver sem te tocar, sem sentir seus abraços, sua mão junto a minha, seu toque suave, seus beijos.. Talvez não seja tão dificil, mas não é tão fácil quanto imaginei. A noite cai e junto dela vem a vontade de estar longe daqui, me perco em pensamentos te imaginando junto à mim, sei que não é certo, mas é inevitável não pensar em ti. Lágrimas escorrem no meu rosto, sem um porque, sem uma explicação. As pessoas tem o costume de acreditar muito fácil no que você diz, mas eu queria que elas não acreditassem quando eu digo "esta tudo bem", meu olhar me entrega, mas ninguém tem a capacidade de perceber. Sinto sua falta, mas o orgulho me impede de dizer. E assim vou levando, mas isso não quer dizer que esse amor não deixara uma cicatriz, a ferida ainda esta aberta, mas um dia ela se cura. - Pâmella Sanchez

sexta-feira, 1 de abril de 2011


Estive pensando por um longo tempo, será que vale a pena ficar lamentando por uma perda, talvez ela pareça incurável, mas nada que umas doses de momentos alegres não resolvam. Quero acordar e perceber o mundo lindo que me espera, quero sair e sorrir mesmo sem conhecer as pessoas que me rodeiam, quero cantarolar sozinha sem que me repreendam, falar com as paredes mesmo que pareça uma louca descontrolada, quero correr em meio a multidão, quero sentir a brisa entre meus cabelos e relaxar, quero conhecer pessoas novas, quero apenas encontrar a minha felicidade! - Pâmella Sanchez

quinta-feira, 31 de março de 2011


De que adianta 1º de abril se mentimos o tempo todo ?


Hoje, dia da mentira.  E a sociedade inventou mais um dia, mais um pretexto para podermos mentir. De que adianta esse dia se mentimos o tempo todo ? a mentira nos cerca, não há como fugir. Ter um dia especialmente para a mentira é uma puta hipocrisia, deviamos ter o dia da verdade, é o que estamos precisando. Um dia para dizermos somente a verdade, dizer mentiras ja se tornou algo tão comum, mentimos o tempo todo, até sem perceber! Então apenas um dia para se dizer a verdade não faria mal a ninguém, admitam, estamos realmente precisando de um dia assim. Nem todos seriam sinceros, mas seria o bastante para mostrar as pessoas que dizer a verdade as vezes é bom. - Pâmella Sanchez

quarta-feira, 30 de março de 2011


Pensei que assim seria mais fácil, que a dor seria menor, mas percebo que isso só piorou, que a dor aumentou mais e mais. Escutando o barulho da chuva começo a refletir, penso em tudo o que aconteceu ao longo desses meses, nos momentos felizes, nos sorrisos, nas lagrimas.. Será que realmente é o fim ? que tudo vai acabar assim, sem um porque, sem uma resposta concreta. Pensei que seria forte, que aguentaria sem que nada me impedisse, mas a cada dia afundo mais nesse poço, nessa estrada que parece não ter fim. Queria apenas poder mudar isso, mudar essa realidade que insiste em me machucar, o que eu mais temia aconteceu, agora tenho medo do que esta por vir. - Pâmella Sanchez

segunda-feira, 28 de março de 2011


Amor, o que exatamente é ?
Derrepente olho pro lado e percebo que você não esta mais aqui, que talvez eu viva no mundo da ilusão. Me pego com o pensamento longe, imaginando cenas, inventando diálogos e filosofando meus sentimentos. Queria entender qual é o objetivo do amor, se ele é algo bom, porque nos trás tanta dor ? Procuro respostas mas é como se elas sumissem, e me encontro em uma imensidão escura, me sinto fria e ao mesmo tempo frágil, mas não desisto de tentar encontrar a resposta pra isso. Sinto como se estivesse sendo decapitada aos poucos por dentro, é uma tortura sem fim! É como se eu não pudesse mover um músculo para mudar isso, é uma dor que me consome. Tento mostrar que esta tudo bem, tento sorrir, mas meu olhar me entrega, e depois de um lindo sorriso, as lágrimas escapam e demoram a parar. Só não queria sentir isso, queria ser imune ao amor, talvez assim o sofrimento seria reduzido. - Pâmella Sanchez

sábado, 26 de março de 2011


Sinto como se meu chão fosse desabar a qualquer momento, pensamentos me rodeiam e lágrimas escorrem em minha face sem cessar. Talvez eu diria que tudo esta bem para não explicar o fato de que muita coisa me afeta até o mais profundo de minha alma. Sinto como se facas estivessem sendo colocadas em meu coração, uma por uma. Realmente a dor física dói menos que a dor emocional, mas o que fazer para isso acabar, para dar um fim a tamanha dor ? eu não sei, talvez um abraço apertado e sincero me ajudasse. Eu preciso sentir aquela brisa que a tempos atrás sentia por entre meus cabelos, aquele som das arvores que me acalmava, só preciso de um lugar aonde a calmaria possa me consumir e esses pensamentos ruins sumissem por alguns instantes. Quero paz, mas parece que a cada segundo ela foge de mim! Acho que essa tortura esta longe de acabar, mas aguentarei até onde puder, para que ela deixe-me a paz e desapareça eternamente. - Pâmella Sanchez

sexta-feira, 25 de março de 2011


Que sentimento é esse, que me invade e me faz mal. É como um vazio, algo que não sei explicar! Mãos suando, coração disparado, penas tremulas, do que chamamos isso ? talvez não tenha a resposta concreta, mas chamo de amor, é isso o que sinto quando esta por perto, é isso que sinto quando me toca, é isso que sinto quando me beija. E se isso um dia acabar e eu simplesmente acordar e você não estiver mais aqui ? sinto um aperto no coração só de pensar, mas tenho medo de um dia essa paranóia se tornar real. - Pâmella Sanchez